
Entre os grandes nomes da história da arte, um tem destaque especial para mim, pelo cuidado e criatividade na obra: Roy Fox Lichtenstein. Seguindo a tendência da pop art, ele transforma em arte conceitos e mitos conhecidos, no seu caso, valorizou os clichês das HQs, forma de comunicação já conhecida e muito consumida na época(50′s-60′s). Surgiu daí uma linguagem única e inconfundível do artista.
Ao lado de muitos artistas fundadores do movimento e participantes do Independent Group, que seguiam na contramão da arte moderna, Roy se destaca por aplicar nas artes um cuidado sem igual com a estética das pinturas e esculturas, apesar de utilizar uma linguagem já conhecida para fazer arte.
A pop art valorizava o real, itens do cotidiadno transformados em arte, diferente da arte moderna, que expressava um mundo palralelo, a visão abstrata do artista. Isso não acontecia na arte pop, tudo era facilmente reconhecido e entendido, sem cair no comum. O movimento chegou a ser criticado por se aproximar da publicidade, ams atravessou os anos mostrando as qualidades e o talento de cada um dos artistas.
O impressionante na obra de Lichtenstein é a preocupação em transmitir exatamente o estilo das HQs, trabalhando com cores fortes, marcação dos contornos e técnicas como o pontilhismo, para recriar as retículas dos quadrinhos impressos. Seu trabalho é paciente e planejado. Reparem nas referências de outros movimentos artísticos anteriores nos desenhos de Roy.








No site da Fundação Roy Lichtenstein você encontra todas as obras do artista, incluindo obras espalhadas por museus do mundo todo e a cronologia da sua carreira.
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